Biblioteconomia em SC: curso, projeto de lei, abaixo-assinado

July 30th, 2006 por Diego

Algumas notícias da Biblioteconomia em Santa Catarina:

Veja na página da ACB:

Cursos:

AACR2 2003: principais alterações

Ministrante: Professora Rosa Corrêa

Data: 23 e 24 de agosto (quarta e quinta)
Horário: 8h30min às 12h30min e das 13h30min às 17h30min
Local: Auditório da FAED, UDESC - Centro de Florianópolis
Carga horária: 16h

Formato MARC 21

Ministrante: Sandra Helena Schiavon

Data: 26 de agosto de 2006( sábado)
Horário: 8h30min às 12h30min e das 13h30min às 17h30min
Local: Auditório Elke Hering da BU UFSC

Informações detalhadas sobre os cursos, aqui:
http://www.acbsc.org.br/cursosEEventos.shtml

* Sobre o projeto de lei, vale destacar a posição do SINEPE/SC (Sindicato dos Estabelecimentos Privados de Ensino SC) e
resposta da Associação Catarinense de Bibliotecários

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21 Responses to “Biblioteconomia em SC: curso, projeto de lei, abaixo-assinado”

  1. Fabiano Caruso Says:

    Quando participei das primeiras reuniões sobre o tema percebí que o desejo de “um bibliotecário em cada escolha” era oportunista, fora da realidade e equivocado. Mas sabe como é, como a biblioteconomia se tornou um culto, a fé supera a razão…

  2. Fabiano Caruso Says:

    correção: “um bibliotecário em cada escola”

  3. Gustavo Henn Says:

    No Ceará também existe uma forte campanha em prol disso, ao que me parece nos mesmos moldes.

  4. Luiz Domingos de Luna Says:

    Motor Primeiro das Discussões da Mídia Brasileira

    Ler o observatório da imprensa é ler o Brasil conjunto “em partes o todo” ou “o todo em partes” considero o observatório da imprensa o palco vivo das discussões da mídia Brasileira, tem suas falhas, assim como qualquer instituição, mas o poder de debate do observatório é tão forte, tão coerente que a mídia tem melhorado muito com a presença do observatório, este filtro democrático, da mídia brasileira, responsável a meu ver, por uma mídia investigativa, séria, e o que é melhor, em constante aprimoramento. Participar do observatório da imprensa é ser um pedacinho do espírito livre e democrático que permeia a alma do brasileiro. Os 10 anos do observatório é a certeza plena de que neste tempo o Brasil,na suas páginas, sempre foi tratado com um país que dá certo, um país onde a democracia é o imperativo “Motor primeiro” para o cotidiano do povo brasileiro.

    Luiz Domingos de Luna, Mestre de ordem, Ordem Santa Cruz forania de Aurora no estado do Ceará, aos 09 dias de abril,2008.

  5. Luiz Domingos de Luna Says:

    A Dimensão da Curva.

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

  6. Luiz Domingos de Luna Says:

    A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

  7. Luiz Domingos de Luna Says:

    O Gênio da Gravidade

    Luiz Domingos de Luna

    Cada tombo uma queda
    O Ser vivo a equilibrar
    Não pode escorregar
    Uma altura que esfarela

    Quem anda de avião
    Já fica preocupado
    Numa pane é jogado
    Corpo sem vida no chão

    Gravidade impiedosa
    Sempre a puxar das alturas
    Até às vezes, dá tonturas.
    De queda assombrosa

    Lá da montanha, um condor.
    Voava tranquilamente
    Num instante somente
    Pensei que estivesse parado
    Parado nas alturas
    Está tudo errado
    Cadê tua força, puxador?
    Eu estava enganado
    Não era um condor
    Não era um planador
    Era um simples beija-flor
    Enganando a gravidade.

  8. Luiz Domingos de Luna Says:

    Transformação

    Luiz Domingo de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br

    Reguei uma planta
    No meu jardim
    Era um Jasmim
    Beleza que encanta

    Entre espim
    Uma lagarta
    Como uma carta
    Vinha a mim

    Toda enrolada
    Comia clorofila
    Plumagem colorida
    De fogo chamada

    Numa manhã florida
    A lagarta sumiu
    A borboleta me viu
    Nos caminhos da Vida

    Contemplando o chão
    A asa em giro agitava
    A Paisagem deixava
    Na linha da imensidão

  9. Luiz Domingos de Luna Says:

    Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

  10. Luiz Domingos de Luna Says:

    Tentação

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    Toc, Toc, a porta fechava.
    Numa linda manhã
    Na inocência louçã
    Uma Gata me olhava

    Uma gata manhosa
    De pele macia
    Cheia de alegria
    Toda fogosa

    Dormia e roncava
    Ficava admirado
    No braço cruzado
    Na estrada levava

    De uma grande leveza
    Inofensiva parecia
    Ao passo que transcorria
    Um olhar de beleza

    Um Automóvel buzinava
    Na curva da estrada
    A Gata assustada
    O Meu lábio rasgava

    A tentação do momento
    De me sangrar
    A boca a rasgar
    Desejo cruento.

    No lábio a fenda rochosa
    A Linha bem cruzada
    Cicatriz estampada
    De uma gata perigosa.

  11. Luiz Domingos de Luna Says:

    A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    O Autor.

  12. Luiz Domingos de Luna Says:

    Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
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    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

  13. Luiz Domingos de Luna Says:

    Interrupção

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    O Tempo quebra o espaço
    No grito que foi sufocado
    Corpo sem vida parado
    Marca do tracejo Compasso

    Deixei a marca no aço
    Não completei a missão
    Estou noutra dimensão
    Não sei o que é que faço

    A matéria não cabe em mim
    A luz não curva o universo
    Penso que atravesso
    Um Horizonte sem fim

    Estás próximo de mim
    Mas como manter contato
    Não sou um ser de fato
    Sou uma onda vaga sem fim

    Falta o ponto linha ou cruz
    Ou uma voz para falar
    Não posso sempre vagar
    Numa atmosfera sem luz

  14. Luiz Domingos de Luna Says:

    Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
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    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disforrmado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

  15. Luiz Domingos de Luna Says:

    Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
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    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

  16. Luiz Domingos de Luna Says:

    A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=1

    Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
    Fã clube especial.

    fonte:http://daysykiss.nireblog.com/post/2008/01/23/i-love-celular-%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5%E2%99%A5

  17. Luiz Domingos de Luna Says:

    Na Rota de Marte

    Luiz Domingos de Luna
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    Ó Vastidão de areia
    Gás carbônico inalado
    Estou todo sufocado
    O Véu do ocre azuleia

    O Frio agoniza a matéria
    Poeira de gelo a esfarelar
    Verde ou azul a complicar
    Abstrata, vapor da artéria.

    Monte Olympus a contemplar
    Cânions da futura geração
    Crateras horríveis no chão
    Fossas de um mundo a passar

    Gipso argiloso e ligeiro
    O Meu guia a alertar
    Estratos de sulcos a cortar
    Água passa fica o cheiro

    Altura que perdi
    Na órbita ao girar
    Meu guia a contar
    Coisas que nunca vi

  18. Luiz Domingos de Luna Says:

    Gostaria de parabenizar a atitude do site http://biblio.crube.net/?p=1042 que gentilmente cedeu este espaço para a pablicação de minhas poesias
    Grato,

    Luiz Domingos de Luna

    Aurora - Ceará

  19. Wilder Rodrigues Says:

    Muito bom!!!

  20. maria vitoria Says:

    Esse saite e muito podre me da sono so de ver ?

  21. maria vitoria Says:

    oi tbm com vc

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