Direto do Enebd #2
July 25th, 2006 por morenoEstava escrevendo um post gigantesco, mas apertei alguma coisa errada aqui no Konqueror e….já era.
A minha apresentação rolou hoje, foi boa, deu tudo certo, como eu esperava.
Tiago, estão todos aqui, salvos, USP, UFSCAR e tantas outras.
Giba, todos perguntam por você, tá fazendo volta. E já que a turma não está aqui, vou ter que jogar no time da UFC.
Mas tarde eu volto e escrevo um post decente.
Direto do ENEBD #1
July 24th, 2006 por morenoColocaram uns computadores multiusuários com Kurumin nos dois andares do alojamento (na verdade os computadores já estavam aqui, utilizados em um programa de inclusão digital da UFBA, mas disponibilizaram 24 horas por dia pra todos os participantes do ENEBD), então lá vai um post com uma prévia do que rolou até agora:
tem bastante gente, representantes de quase todas as escolas, alunos novos, dinossauros, as mesmas coisas de sempre, incluindo a bagunça. Eu tô em mais uma jornada turística, já que não suporto a lenga lenga dos auditórios, mas amanhã estarei presente para prestigiar os trabalhos dos colegas e apresentar o meu próprio.
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Amanhã estou pensando em falar do BSF com uma outra perspectiva. Nos últimos anos eu tenho falado muito em termos de apresentação (”o BSF é isso, funciona assim, assado, visitem”). Mas bom, acho que essa fase já passou. Ainda que a gente esteja prestes a começar um novo formato do zero, é melhor agora focar naqueles que já conhecem o blog e lamentar por aqueles que não o conhecem (com toda nossa humildade). É vero. Sem mais apresentações, e sim participação.
O meu trabalho versa sobre 4 dentre diversas de iniciativas (que na fase inicial) foram promovidas por estudantes e que deram certo, super certo. E as coisas evoluiram muito.
O tempo é curto, mas espero que dê pra passar essa mensagem.
Ainda sobre o Enebd, voltarei a falar, quando surgirem boas novas.
Um abraço a todos
Lei de acesso a informações públicas dos EUA, o Foia, completa 40 anos
July 23rd, 2006 por DiegoDo blog http://uolpolitica.blog.uol.com.br do jornalista Fernando Rodrigues
Foi em 4 de julho de 1966 que, a contragosto, o presidente norte-americano Lyndon Johnson assinou o Freedom Information Act, o Foia (eles pronunciam a sigla como uma palavra, da forma como se escreve: ?Fôia?). É a lei de direito de acesso a informações públicas mais celebrada do planeta, embora não seja a mais antiga (os países nórdicos têm essa tradição há mais de 100 anos).
Dezenas de países ficaram sabendo um pouco da sua história porque documentos foram liberados nos EUA. O Brasil é um caso, com papéis históricos sobre sua história sendo liberados nos EUA, mas não aqui.
Para comemorar a efeméride, a ONG bacana National Security Archive fez uma edição especial em seu site. Vale a pena visitar.
É quase desnecessário dizer, mas vamos lá: o Brasil não tem lei que garanta o amplo acesso a documentos públicos. Sucessivas legislações foram aprovadas, mas todas falam mais sobre o que não deve ser divulgado. Por aqui, a praxe é conviver com sigilos eternos. Guerra do Paraguai, delimitações da fronteiras brasileiras, ditadura militar, enfim, são vários os episódios da história brasileira cuja documentação ainda não foi totalmente aberta ao público.
O que fizeram FHC e Lula? Pouco ou nada. O que fará o próximo presidente da República? Possivelmente, pouco ou nada ?a não ser que exista alguma demanda da sociedade (o que, convenhamos, ainda está longe de ser uma realidade).
No mesmo blog tem uma notícia relacionada:
Não bastasse o Brasil não ter uma lei de direito de acesso a informações públicas, agora o Congresso se prepara para aprovar uma legislação que deve ?tornar sigilosos todos os documentos públicos que envolvam planejamento e execução de operações policiais?. É o projeto de lei 4.004, de 2001, mas que agora foi desencavado por causa da recente crise de segurança pública em São Paulo ?o texto final ficou liberado em 28 de junho e pode ser votado a qualquer momento pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. (…)
Veja a nota completa aqui (ler nota do dia 7/4/2006).
Preso por expressar sua opinião. Assim é a China.
July 16th, 2006 por AnjinO responsável por diversos artigos taxados como subversivos foi localizado pelas autoridades chinesas graças a uma “dica” do Yahoo!, e os seus comentários lhe custaram muito caro: dois anos de prisão. Li Yuanlong, um jornalista do periódico chinês Bijie Daily, foi apanhado com as mãos na massa enquanto criticava a gloriosa Revolução Chinesa em revistas estrangeiras. O Inspetor Knacker, da força policial de Beijing, pediu ajuda ao Yahoo!, que lhe concedeu o conteúdo da caixa de mensagens eletrônicas de Li e as provas que ele precisava para prendê-lo. Li, que usava o pseudônimo de Ye Lang o “Lobo Noturno”, escreveu ensaios com títulos como “Convertendo-se em um americano em espírito” e “A banal natureza da vida e a lamentável natureza da morte”. Estes artigos foram publicados em sites que são proibidos na China, tais como Boxun News, ChinaEWeekly e New Century Net. Ele se declarou inocente, mas as autoridades chinesas levaram apenas duas horas e meia para provar o contrário e decidir a sentença.
Pra mim soa como censura e invasão de privacidade. Para o Yahoo é apenas estratégia para não perder mercado. Para o governo chinês é apenas… cumprimento das leis (!). E para vocês?
Uncyclopedia - Parabéns, Tiago!
July 12th, 2006 por VivianeHá exatos 6 meses atrás, o site do Creative Commons, anunciava a criação de uma “desenciclopédia”, a Uncylclopedia. Dizia a notícia:
“Uma das grandes surpresas do ano passado foi o estabelecimento da Wikipedia como fonte de pesquisa e referência na Internet sobre os mais diversos assuntos. A Wikipedia rapidamente se transformou na maior enciclopédia disponível na rede mundial de computadores justamente por permitir que qualquer pessoa crie ou altere um determinado verbete. Temia-se que a liberdade de criação permitida pela Wikipedia fosse gerar um arcabouço caótico de informações falsas, cômicas e eventualmente difamatórias. Pois a Uncyclopedia é justamente isso.
Seguindo a mesma filosofia (e adotando a mesma interface) de sua enciclopédia-irmã, a Uncyclopedia vem crescendo rapidamente na Internet como um repositório complexo de mentiras, piadas e gozações em geral sobre os mais variados assuntos. Qualquer pessoa é incentivada a ingressar no site e escrever ou alterar um verbete. Embora a maior parte do conteúdo esteja em inglês, o número de verbetes em português tende a aumentar.”
Quer saber o que falam sobre Bibliotecários ? (em Inglês)
Falando em bibliotecário, parabéns, Ti ![]()
Até que enfim!!
July 6th, 2006 por Tiago MurakamiDepois de 5 anos e meio de faculdade, 43 matérias que totalizam 3270 horas em 150 creditos-aula, 3 greves (2002, 2004 e 2006), 3 ENEBDs (Belo Horizonte, Curitiba e Recife), 3 EREBDs (Florianópolis, Formiga, Marilia), 1 Reunião da ExNEBD, 1 Fim de Semana na UFF, 1 Fórum Paulista de Bibliotecas Públicas, 1/100 de Integrar, 2 discussões sobre o currículo didático do curso no CRB-8, 1 Mini-Curso (Bibliotecas Digitais), 2 Semanas de Biblioteconomia (São Carlos e São Paulo):
Eu finalmente consegui concluir a minha graduação!
Organização da informação na Web
July 3rd, 2006 por Tiago Murakami
Em julho estará nas livrarias o novo livro da Série Ciência da Informação e da Comunicação da Thesaurus Editora de Brasília. O livro Organização da Informação na Web, de Ailton Feitosa, é de interesse dos profissionais e estudantes da Ciencia da Informação, área que hoje cresce vertiginosamente. Ailton trata da organização semântica da informação, assunto praticamente desconhecido pela maioria dos navegantes da internet e, hoje, base de uma das maiores empresas do mundo: Google.O livro é um relato da evolução das metodologias de representação da informação na internet, partindo da organização da informação em diretórios de assuntos até chegar à representação do conhecimento por meio de ontologias.O autor, Ailton Feitosa, é doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília. Professor universitário e consultor em Tecnologias de Informação e Comunicação, tem como focos de interesse as áreas de web semântica, representação do conhecimento, organização da informação, ontologias, e rich internet applications (RIA). Foi um dos primeiros pesquisadores a investigar as interfaces entre e a Ciência da Informação e a Terceira Geração da Web, abordando, em sua tese de doutorado, a representação da informação legislativa mediada pela integração entre Sistemas Legislativos, Terminologia e Web Semântica.Publicado em: Nos Revista


